quinta-feira, 21 de junho de 2007

hoje dia21/06/2007 comunico a morte do imortal tricolor

Era quarta-feira ,com tempo quente , temperatura próxima ao 20Cº ,lamento a noticiar a morte do tricolor gaúcho ,que dizia ser imortal das Américas .
A situação inusitadas conseguiram manipular sua sua torcida como bonecos com chip , agitando suas bandeiras e cantando com a morte tricolor gaúchos ...









Boca campeão PDF Imprimir E-mail


Boca enterra 'Grêmio imortal', vence por 2x0 e é campeão da Libertadores.

O Grêmio, "imortal", ruiu. Quem brilhou e assegurou seu nome na história foi o meia Riquelme, autor dos dois gols da vitória do Boca Juniors. O time argentino derrotou o rival tricolor por 2 a 0 nesta quarta-feira, no Estádio Olímpico, em Porto Alegre, e comemorou o título da Copa Libertadores da América pela sexta vez na sua história.

O Boca podia perder por até dois gols de diferença para ficar com a taça, graças ao resultado do primeiro jogo, em Buenos Aires, quando contou com a força de sua torcida em La Bombonera e venceu por 3 a 0. Mesmo empurrado por seus fanáticos e barulhentos torcedores, o Grêmio não conseguiu reverter e confirmar a sua "imortalidade", transferida para o camisa 10 argentino.

O termo voltou a ganhar força com a vitória em tons épicos sobre o Náutico, na última rodada da Série B do Campeonato Brasileiro de 2005. No ano passado, na volta à elite, a equipe conseguiu vaga na Libertadores. E, na atual temporada, o time reverteu situações complicadas, tanto no Gaúcho (na semi, contra o Caxias) quanto no torneio continental (foi superado por São Paulo e Defensor no mata-mata na casa dos rivais e só avançou com vitórias em casa).

Mas o time tricolor, aquele das viradas históricas, não conseguiu superar o rival argentino, escaldado em finais da Libertadores. Com mais uma conquista, o Boca se isola na condição de segundo maior vencedor da Libertadores, um título atrás do também argentino Independiente, que levantou a taça em sete oportunidades.

Esta foi a 20ª participação do Boca em Libertadores e sua nona decisão, justamente no seu jogo número 200 na competição. Foi ainda a 11ª final do torneio entre brasileiros e argentinos, com apenas três vitórias nacionais, com Santos (1963, sobre o Boca), Cruzeiro (1976, River Plate), e São Paulo (1992, Newell's Old Boys).

O Boca se consolida como o maior vencedor da Libertadores no século 21, com três títulos. Ainda ganhou, apenas neste século, um Mundial, duas Copas Sul-Americanas e duas Recopas.

Além disso, a conquista alça ao título de "imortal" o meia Riquelme, revelado no clube e recontratado por empréstimo do Villarreal, da Espanha, a peso de ouro. Comandante da equipe no jogo de ida, o ídolo xeneize, camisa 10, a mesma de Maradona, foi o autor dos gols que coroaram aquele que pode ter sido sua última partida nessa passagem pelo time.

Com a bola rolando, o primeiro tempo pode ser dividido em quatro partes, com três situações. Até os 10min, pressão gremista, como era de se esperar, menos pela técnica a mais pelo "abafa". Em seguida, até os 20min, o panorama foi de equilíbrio, com o Boca tocando melhor a bola. Entre 20 e 35min, a bola passou a cruzar o meio-campo, com uma série de chutões. Nos minutos finais, o que se viu foi novamente o Grêmio pressionando o adversário.

Assim, os argentinos criaram mais oportunidades que os gaúchos, mas foi o time da casa que chegou mais perto do gol. Aos 42min, Lucas arrancou pela direita e tocou para Diego Souza. O meia dominou e, diante da marcação, pela lateral da área, arriscou o tiro cruzado, acertando o travessão de Caranta, na melhor chance da equipe no primeiro tempo.

"Estamos com muita pressa e não estamos tocando muito a bola, por isso, não conseguimos criar", disse o volante Lucas, na saída para o intervalo, no jogo que marcou sua despedida da equipe -ele foi negociado com o Liverpool. "Temos de corrigir algumas coisas no passe, estamos muito afobados", concordou o lateral Lúcio.

O panorama da partida pouco se alterou na segunda etapa. O Grêmio tentava o ataque, mas seguia de forma desordenada, como alertavam Lucas e Lúcio. Pior, a equipe ainda sofreu o gol, em outro lance que mostrou a genialidade de Riquelme. Em jogada semelhante à de Diego Souza no primeiro tempo e praticamente do mesmo lugar, o meia chutou com precisão para superar Saja e abrir o placar.

No contra-ataque, saiu o segundo gol, que selou o título argentino. Palacio recebeu livre na área e tocou na saída de Saja, que defendeu com o pé. Mas, no rebote, Riquelme foi mais veloz que a defesa gremistas e empurrou para as redes, selando a vitória e escrevendo seu nome na lista de "imortais" do Boca e da Libertadores.

Vitrine do Cariri
Uol Esporte

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