sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

tempo ea vida moderna

Momento de reflexão;
MOMENTO DE REFLEXÃO;
Veja bem ; não tenho tempo para mandar um scrap , mas mando,
Não tenho tempo pra namorar , mas só fico!
Não tenho tempo pra ir a praia mas vou!
Não tenho tempo pra sorri, mais eu apenas solto pequeno riso!
Não tenho tempo nem pra sonhar , mas durmo ,sem sonhar!
Que raio de vida que levo , não tenho tempo pra nada !
Ora tempo , desculpa , mais não te obedeço , cai fora , nesse novo ano, faza , some da minha vida , Tu não terá poder de me dominar !!!!
Deixe-me curtir , namorar, sonhar , mandar scrap ,rir a vontade , vê o mundo com novo olhos , sentir a ondas nos meus pés >>..
Desejo um ótimo Natal e Proxímo Ano Novo ......
Controla seu senão ele te controla ........ reflexão o Tempo e a vida
clossário; scrap ; recados do orkut e msn internet
faza; mandando sai ;{linguagens jovial com nascimento 85/98}

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

o homem pensa naquilo

http://www.supermensagens.com/fotos-gifs-smilies/cerebro-do-homem.gif
Esse o verdadeiro pensamento do ser humano macho em cerca 1/3 do seu tempo diario!
SÓ PENSA NAQUILO !!!!!

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

A MORTE DO GRANDE ASTRO MUSICAL MUNDIAL

A ópera perde uma "voz natural"

Luciano Pavarotti começou no papel Rodolfo, em Bohème de Puccini.

Legenda da foto: Luciano Pavarotti começou no papel Rodolfo, em Bohème de Puccini. (Keystone)

Para muita gente, ele foi o maior tenor do século XX, depois de Caruso. Luciano Pavarotti morreu quinta-feira (06) aos 71 anos, de câncer pancreático. Ele será sepultado sábado em Modena, sua cidade natal.

Com sua "voz natural", o italiano fez muito para democratizar a ópera, constata Alain Perroux, autor de "Manual da Ópera" e diretor do Grande Teatro de Genebra.

"O grande tenor Lucinao Pavarotti faleceu às 5 horas em sua casa em Modena", afirmou Terri Robson, empresário do artista, através de um comunicado.

A notícia da morte do cantou correu rapidamente em Modena e a polícia italiana montou um esquema de segurança em volta da residência para canalizar os fãs que queriam lhe homenagear.

Quarta-feira à noite, a mídia italiana havia noticiado uma brusca agravação do estado de saúde de Luciano Pavarotti, operado em julho de 2006 de um câncer no pâncreas e hospitalizado novamente no início de agosto.

domocratização da arte lírica

Uma cirurgia nas costas no íncio de 2006 e depois do pâncreas um mês depois haviam forçado o tenor a interromper uma série de concertos - 40 no mundo inteiro - de despedida, iniciada em maio de 2004. Ele nunca mais apareceu em público.

Pavorotti havia cantado pela última vez em público na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Invervo em Turim, em fevereiro de 2006. Pouco tempo depois de sua última operação, o tenor tinha a intenção de retomar seus concertos de despedida no início de 2007.

"Nos últimos meses, vários cantores líricos partiram. Regine Crespin, por exemplo, e agora Pavorotti, o mais popular dentre eles. Nos ans 70 e 80, ele contribuiu muito para democratizar a arte lírica", afirma Alain Perrox, musicólogo, autor de "Manual da Ópera" e um dos diretores do Grande Teatro de Genebra.

"Adolescente, recorda ele, assisti "Um baile mascarado", no Grande Teatro de Genebra, justamente com Pavarotti. Foi a primeira vez que o vi, com sua generosidade no canto e sua capacidade de emocionar as pessaos. Foi um momento muito forte para mim!".

Em Zurique

O tenor italiano também cantou várias vezes às margens do lago Limmat.
"Luciano Pavarotti veio cantar na ópera de Zurique quando ainda era desconhecido. Voltou posteriormente para concertos e uma noite especial no Hallenstadion mas também na Ópera", recorda-se Avien Kahan, ex-diretor da Ópera de Berna e atual interino da Ópera Flamenga de Antuérpia, na Bélgica.

"Pavarotti era meu ídolo quando eu era mais jovem, acrescenta. Foi a voz que mais me marcou em minha paixão pela ópera. Sua morte me entristece muito".

"People!"

Nascido em 1935, Luciano Pavarotti estava destinado a ser professor antes de optar definitivamente pelo canto, em 1961.

Considerado o maior tenor do mundo e dotado de um timbre excepcional, em 40 anos de carreira ele conquistou todos os públicos, superando, no coração dos amantes do belo canto, o "grande Caruso" morto no início do século XX.

Ele soube popularizar sua arte em estádios cheios, em trio com seus cúmplices Plácido Domingo e José Carreras, e vendeu milhões de discos.

"Era também um "people", reconhece Alain Perroux, com aspectos discutíveis como o caso com sua secretária, publicado por todos os jornais. Nos últimos anos, suas apresentações eram comerciais e pouco interessantes", opina.

"Os cantores líricos modernos têm bela voz e belo físico como quer a moda atual. Ele era a encarnação do monstro sagrado - fisicamente imponente, não muito bom ator mas passando a expressão da ópera com sua voz solar, sedutora, incrivelmente fácil. Ela dava a impressão que cantava sem esforço, de uma voz natural."

Para concluir, Alain Perroux que que o que restará de Pavarotti e a lembrança da voz, "principal argumento da ópera."

swissinfo com agências

sábado, 1 de setembro de 2007

é o bicho está pegando geral

o bicho está pegando geral no senado , e tem merda de corrupção pra todo lado.

pra acabar com isso temos que ter uma pena de morte pro políticos do Brasil
ClickMensagens.com

ClickMensagens.com
Políticos do Brasil não Passa de cachorro grande vila- lata

terça-feira, 31 de julho de 2007

Ganhamos e vamos pra cima deles ,Rumo a liderança do Brasileirão,e ganhamos um novo símbolo

Escolhido o novo símbolo para o Inter

Distintivo do Colorado terá uma coroa na parte de cima e dois ramos de louro embaixo
GLOBOESPORTE.COM Em Porto Alegre
ALTERAR O
TAMANHO DA LETRA

Foto: Divulgação
Escudo do Inter eleito por votação

Terminou nesta sexta-feira a votação promovida pelo Internacional em seu site oficial (www.internacional.com.br) para a escolha do novo distintivo do clube. Eram três opções, todas elas com coroas na parte de cima, como representação da conquista da chamada Tríplice Coroa - a soma da Libertadores, do Mundial e da Recopa.

A escolha coube aos sócios. Foram 2.840 votos. A proposta 1 foi a mais votada, com 62,40% da preferência. Ela apresenta uma coroa vistosa, em vermelho e dourado, em cima do símbolo, coberta por uma discreta estrela, referente ao Mundial. Na parte inferior, dois ramos de louro, que simbolizam as demais conquistas do clube.

A idéia da diretoria colorada é eliminar os adereços em um futuro próximo, possivelmente já no ano que vem. O símbolo ficará puro, a exemplo do que acontece com clubes europeus, sem estrelas, coroas e ramos de louro. No início da semana, o Inter fará uma reunião com a Reebok para definir quando o novo símbolo vai para a camiseta.

Com novo escudo concerteza pra cima deles ,quem vir será humilhado dentro das quatro linhas.

Valeu gallo pelo por ter não dado cadeira cativas aos jogadores .

sábado, 28 de julho de 2007

espero que ganhamos amanhã contra o esporte de recife

estou cansado de ver os Gremista dizendo que é o melhor time coisa tal , mas acho que nosso time não foi por acalço a ser campeão do mundo e conquistamos a primeira no sul do Brasil a tríplice coroa .
Mas pereçe pra os rival grêmio não basta que só eles são bons e presta.

Por peço a voçês boleiros colorados por acalço ler esse espaço , se empenha no maximo dar tudo de si , vence, vence,vence.

quinta-feira, 21 de junho de 2007

hoje dia21/06/2007 comunico a morte do imortal tricolor

Era quarta-feira ,com tempo quente , temperatura próxima ao 20Cº ,lamento a noticiar a morte do tricolor gaúcho ,que dizia ser imortal das Américas .
A situação inusitadas conseguiram manipular sua sua torcida como bonecos com chip , agitando suas bandeiras e cantando com a morte tricolor gaúchos ...









Boca campeão PDF Imprimir E-mail


Boca enterra 'Grêmio imortal', vence por 2x0 e é campeão da Libertadores.

O Grêmio, "imortal", ruiu. Quem brilhou e assegurou seu nome na história foi o meia Riquelme, autor dos dois gols da vitória do Boca Juniors. O time argentino derrotou o rival tricolor por 2 a 0 nesta quarta-feira, no Estádio Olímpico, em Porto Alegre, e comemorou o título da Copa Libertadores da América pela sexta vez na sua história.

O Boca podia perder por até dois gols de diferença para ficar com a taça, graças ao resultado do primeiro jogo, em Buenos Aires, quando contou com a força de sua torcida em La Bombonera e venceu por 3 a 0. Mesmo empurrado por seus fanáticos e barulhentos torcedores, o Grêmio não conseguiu reverter e confirmar a sua "imortalidade", transferida para o camisa 10 argentino.

O termo voltou a ganhar força com a vitória em tons épicos sobre o Náutico, na última rodada da Série B do Campeonato Brasileiro de 2005. No ano passado, na volta à elite, a equipe conseguiu vaga na Libertadores. E, na atual temporada, o time reverteu situações complicadas, tanto no Gaúcho (na semi, contra o Caxias) quanto no torneio continental (foi superado por São Paulo e Defensor no mata-mata na casa dos rivais e só avançou com vitórias em casa).

Mas o time tricolor, aquele das viradas históricas, não conseguiu superar o rival argentino, escaldado em finais da Libertadores. Com mais uma conquista, o Boca se isola na condição de segundo maior vencedor da Libertadores, um título atrás do também argentino Independiente, que levantou a taça em sete oportunidades.

Esta foi a 20ª participação do Boca em Libertadores e sua nona decisão, justamente no seu jogo número 200 na competição. Foi ainda a 11ª final do torneio entre brasileiros e argentinos, com apenas três vitórias nacionais, com Santos (1963, sobre o Boca), Cruzeiro (1976, River Plate), e São Paulo (1992, Newell's Old Boys).

O Boca se consolida como o maior vencedor da Libertadores no século 21, com três títulos. Ainda ganhou, apenas neste século, um Mundial, duas Copas Sul-Americanas e duas Recopas.

Além disso, a conquista alça ao título de "imortal" o meia Riquelme, revelado no clube e recontratado por empréstimo do Villarreal, da Espanha, a peso de ouro. Comandante da equipe no jogo de ida, o ídolo xeneize, camisa 10, a mesma de Maradona, foi o autor dos gols que coroaram aquele que pode ter sido sua última partida nessa passagem pelo time.

Com a bola rolando, o primeiro tempo pode ser dividido em quatro partes, com três situações. Até os 10min, pressão gremista, como era de se esperar, menos pela técnica a mais pelo "abafa". Em seguida, até os 20min, o panorama foi de equilíbrio, com o Boca tocando melhor a bola. Entre 20 e 35min, a bola passou a cruzar o meio-campo, com uma série de chutões. Nos minutos finais, o que se viu foi novamente o Grêmio pressionando o adversário.

Assim, os argentinos criaram mais oportunidades que os gaúchos, mas foi o time da casa que chegou mais perto do gol. Aos 42min, Lucas arrancou pela direita e tocou para Diego Souza. O meia dominou e, diante da marcação, pela lateral da área, arriscou o tiro cruzado, acertando o travessão de Caranta, na melhor chance da equipe no primeiro tempo.

"Estamos com muita pressa e não estamos tocando muito a bola, por isso, não conseguimos criar", disse o volante Lucas, na saída para o intervalo, no jogo que marcou sua despedida da equipe -ele foi negociado com o Liverpool. "Temos de corrigir algumas coisas no passe, estamos muito afobados", concordou o lateral Lúcio.

O panorama da partida pouco se alterou na segunda etapa. O Grêmio tentava o ataque, mas seguia de forma desordenada, como alertavam Lucas e Lúcio. Pior, a equipe ainda sofreu o gol, em outro lance que mostrou a genialidade de Riquelme. Em jogada semelhante à de Diego Souza no primeiro tempo e praticamente do mesmo lugar, o meia chutou com precisão para superar Saja e abrir o placar.

No contra-ataque, saiu o segundo gol, que selou o título argentino. Palacio recebeu livre na área e tocou na saída de Saja, que defendeu com o pé. Mas, no rebote, Riquelme foi mais veloz que a defesa gremistas e empurrou para as redes, selando a vitória e escrevendo seu nome na lista de "imortais" do Boca e da Libertadores.

Vitrine do Cariri
Uol Esporte

sábado, 16 de junho de 2007

guerras históricas ,que marcou o Rio Grande do sul.

Seja bem-vindo(a) a Cultura Gaúcha, agora são 12:13 do dia 16-06-19107 .

Indumentária Histórica Utilizada no Rio Grande do Sul Através dos Tempos

INTRODUÇÃO
Era uma terra perdida perto do nada...até que um poder político, o Império do Brasil, despertou para a importância desse pedaço de mundo localizado ao sul de seus domínios. A terra, a água, o gado, fatores que atraíram para o Rio Grande do Sul, então Continente de São Pedro, os olhares de quem estava fugindo da falência dos feudos e Guerras na Europa. Com o incentivo do Império, ficou mais fácil adentrar as terras e tomar posse, sem restrições, daquilo que lhe deram sem conhecer.
ÍNDIO MISSIONEIRO (1620 A 1730}
Os índios que habitavam, em especial a nação Guaranítica, tiveram a sua liberdade tolida pela fundação dos Sete Povos da Missões, em 1687, que não só alterou seu estilo de vida indígena, como reuniu um gado chucro, que andava disperso pelos campos. Os Jesuítas Espanhóis vieram para criar as Vacarias dos Pinhais e do mar. Seus pudores vestiram o índio que, até então, apenas enrolava-se em peles de animais. (entramos índios) Agora, traja-se como Tipoy (espécie de saia) tendo o chumbe como cordão da cintura, para as mulheres indígenas e os homens enrolam-se em calças e camisetões feitos de tecido rústico, ambos de pés descalços e para proteger -se no inverno, o poncho de lã.
Índio Missioneiro
CHIRIPÁ PRIMITIVO - Primeira Época (1730/1820)
Mas esses indígenas e Jesuítas não estavam sozinhos. Eles tiveram a perseguição de Bandeirantes vindos do Sudeste do país, devido ao gado em excesso que estava sob a propriedade das Missões e eram comercializados em Sorocaba (Capitania de São Paulo). O homem rural adquiria habilidade de montaria para poder levar esse gado a Sorocaba e, além disso, essa habilidade fazia dele um peão de estância eventual, o que reforçava o uso do cavalo como meio de transporte.
Isso impressionou os novos donos da terra, militares reformados que ganhavam sesmarias e as transformavam em est6ancias, local onde o índio procurou emprego e moradia como fim das Missões (entra o Chiripá Primitivo). O homem passa a usar uma saia de couro cru, com camisa aberta ao peito de tecido rústico, botas garrão de potro ou pés descalços, chapéu de palha par a proteção do sol e intempéries, ceroulas sem crio, faixa e colete. A mulher usa apenas uma blusa de tecido rústico e a saia em corte simples também em tecido rústico. Os pés descalços castigavam durante a lida do campo de doméstica.
Contrapondo essa vestimenta de trabalho, o estancieiro, todo poderoso,usava apenas pe;cãs fabricadas dos puros tecidos vindos da Europa, dando ênfase para a ceroula de crivo ou renda trabalhada, botas fortes com esporas, calções de tecidos nobres abaixo do joelho, colete e camisa de linho, lenço no pescoço e chapéu de copa alta. A mulher exagerava nos ornamentos utilizando leque e vestido de tecido nobre com renda flor e fita no cabelo em coque e sapato de couro, brincos e correntes com crucifixo e meias coloridas. Popularmente, esse traje é denominado de BRAGA.
CHIRIPÁ FARROUPILHA - Segunda Época (1820/1865)
O cavalo é cada vez mais a força desse homem campeiro e com ele o gaúcho consegue percorrer as terras e domar todos os animais que aparecem nos campo. As características do homem do campo vão mudando e é nesse período que o caráter do gaúcho vai se consolidar. Suas exigências quanto a aparência vão definir um novo perfil de homem e que passa a tr necessidade de algo mais confortável para as lides no campo, nas charqueadas e para as batalhas durante as guerras em defesa das fronteiras. O homem passa a usar o chamado Chiripá Farroupilha, semelhante a uma fralda (entra o Chiripá Farroupilha) por cima da ceroula de crivo, guaiaca, jaqueta campeira, camisa de algodão, lenço na cabeça e chapéu de copa alta. Sua esposa vai trajar um conjunto de saia e casaquinho, acompanhado de chalé, com coque ou tranças e flores ou fitas, sapato de couro será mais popular o que facilita na aquisição, também da botas do peão.
O estancieiro, seu patrão, vai usar uma calça justa com botas, camisa com lenço e colete; na cintura uma faixa e guaiaca; casaco de fino tecido e chapéu de copa alta. A mulher do estancieiro traja o vestido de fino tecido com detalhe no pescoço, o cabelo em coque, nos pés sapatos de couro ou botinhas, e flor no cabelo. A maquiagem é discreta e os brincos são grandes.
Na cidade a moda mudava um pouco, pois a influência européia era mais muito sentida. A mulher usava vestidos rodados, com armação e chapéu de feltro para a proteção dos cabelos. O homem citadino usa calça reta de tecido leve, colete, camisa com lenço bem arrumado, fraque e chapéu.
BOMBACHA (1865/1900)
Bombacha
O tempo passa e o homem ganha nova vestimenta com a entrada, na Província do rio Grande de São Pedro, da Bombacha, alça larga usada pelos homens que lutaram na Guerra do Paraguai. O homem começa a fazer uso do blazer , camisa , lenço e botas de couro. A mulher que vive com ele usa saia com camisa e fita no pescoço, sapatos de coro e meias -calça colorida\. Em 1950, coma chegada da Miss Distrito Federal à Porto Alegre, Paixão Cortes e seus amigos convidam suas irmãs a fazerem parte das atividades tradicionalistas como assar o churrasco, declamar, bailes, canto, e outros, numa forma de recepcionar a visitante.
Para tal Paixão Cortes veste as irmãs e de seus amigos com vestido criados por ele mesmo. Simples, com babados, corte godê simples e pouca armação, vai compor com uma flor no cabelo o traje criado e dado como característico do gaúcho. Inicia a participação feminina nos primeiros movimentos relacionados a perpetuação dos costumes gaúchos.
PILCHA
Um dos grandes diferenciais entre os povos é a indumentária característica de cada um deles. Reconhecemos um japonês tradicional pelo seu quimono de seda; um habitante dos Andes pelo seu característico gorro colorido; um vaqueiro nordestino pela sua roupa de coro , rústica para enfrentar os espinhos da caatinga; e um gaúcho atual pela sua pilcha, composta por botas, esporas, bombacha, faixa na cintura, guaiaca, camisa, lenço, colete, casado ou jaqueta e chapéu.
A vestimenta gaúcha tradicional sofreu mudanças durante os anos, principalmente por ser uma mistura das vestes das diversas nacionalidades que colonizaram o Rio Grande do Sul.
Das Bragas dos estancieiros e abastados de 1750/1820, passando pelo Xiripá Farroupilha de 1820/1865 até chegar na atual vestimenta do gaúcho, ficaram algumas peças que, pelo conforto e originalidade, representam nossa cultura ímpar.
As antigas vestimentas, como pr exemplo a Bota de Garrão de Potro, são usadas em apresentações de música e dança, coma finalidade deperpetuar a história de nosso povo.
No entanto, existe a necessidade de normatização do uso da pilcha, não para padronizar, mas sim para evitar que modismos irresponsáveis deturpem as nossas tradições.
Assim, cada CTG, cada Entidade tradicionalista, deve procurar conhecer a nossa indumentária característica, respeita-la e cultua-la com orgulho. É bom que se diga que, de todos os povos do nosso planeta, aqueles que normalmente admiramos, seja qual for o motivo da admiração, geralmente são aqueles que preservam suas raízes, apesar da modernização de suas sociedades.
LENÇO NO PESCOÇO
O lenço do gaúcho, em sua evolução desceu da cabeça ao pescoço de início ainda com as pontas para trás. Popularizou-se ao ser adotado, politicamente, como designativo de cor partidária. Para destacar a cor símbolo de luta, surgiu o lenço gaúcho nos moldes atuais, atado ao pescoço e solto ao peito. As cores mais tradicionais são a branca e a vermelha.
A partir da Revolução Federalista (1893), o lenco gaúcho surge no Rio Grande do Sul como meio de distinção entre os federalistas e os republicanos. Gaspar Martins, político liberal, fundou o Partido dos Federalistas adotando o lenço Vermelho (maragato). Como símbolo de luta Julio de Castilhos, político aliado do Governo Federal, defendia o Partido
Republicano e tinha como símbolo o Lenço Verde (Pica-paus). Mais tarde, o general Flores da Cunha, ao fundar o Partido Republicano Liberal, adotou o lenço Branco (chimango). Foi a partir do poemeto Äntônio Chimango" (onde Ramires Barcelos, com codinome Amaro Juvenal, satirizava ogovernador da época, Ant6onio Augusto Borges). Que os republicanos ficaram conhecidos como chimangos.
Hoje o lenço de pescoço é peça integrante da indumentária gaúcha, e sua cor nãomais reflete posição político-partidária.
O Lenço gaúcho consiste em um tecido quadrangular (geralmente seda), de cor única, exceção ao xadrez miúdo (carijó) e nunca de tecido estampado. As cores mais usadas, são as históricas - vermelho e branco - ressaltando que o lenço preto representa tradicionalmente o sentimento de luto. Diversas são as formas de atar o lenço, sendo o nó farroupilha (1835) e o nó federalista (1893);
- nó tradicional, comum ou getulista (usado pelo Presidente Getúlio Vargas) foi adotado pelos chimangos, sendo, portanto , feito em lenços de cor branca.;
- nó quadrado ou domador, usado nas cores vermelha ou preta, foi adotado por Assis Brasil, que era maragato;
- nó farroupilha, também conhecido como bago de touro, usado nas cores farroupilhas ou preto;
- nó ou tope farroupilha, muito usado de 1935 em diante pelos revolucionários farrapos;
- nó dois topes, também sem conotação política, pode ser feito em qualquer cor de lenço;
- nó pachola, por representar a alegria, pode ser usado em qualquer cor de lenço, exceto a preta (significa a tristeza do luto)
- nó crucifixo, usado somente em festas religiosas , pode ser atado em lenço de qualquer cor.
Fonte: Departamento de Cultura 13ª Região Tradicionalista
Fotos: Evelyn Russowsky

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quarta-feira, 13 de junho de 2007

Planejamento familiar


Planejamento familiar

No Brasil, planejamento familiar é privilégio exclusivo dos bem-aventurados. Sem mencionar números, vou resumir o atoleiro ideológico em que estamos metidos nessa área.
Até a metade do século XX, poucas famílias brasileiras deixavam de ter cinco ou seis filhos. Havia uma lógica razoável por trás de natalidade tão altas:

1) A maioria da população vivia no campo, numa época de agricultura primitiva em que as crianças pegavam no cabo da enxada já aos sete anos. Quantos mais braços disponíveis houvesse na família, maior a probabilidade de sobrevivência.

2) Convivíamos com taxas de mortalidade infantil inaceitáveis para os padrões atuais. Ter perdido dois ou três filhos era rotina na vida das mulheres com mais de trinta anos.

3) Além da cirurgia e dos preservativos de barreira, não existiam recursos médicos para evitar a concepção.
Na década de 1960, quando as pílulas anticoncepcionais surgiram no mercado e a migração do campo para a cidade tomou vulto, uma esdrúxula associação de forças se opôs terminante ao planejamento familiar no país: os militares, os comunistas e a igreja católica.

Os militares no poder eram contrários, por julgarem defender a soberania nacional: num país de dimensões continentais, quanto mais crianças nascessem, mais rapidamente seriam ocupados os espaços disponíveis no Centro-Oeste e na floresta amazônica. Os comunistas e a esquerda simpatizante, por defenderem que o aumento populacional acelerado aprofundaria as contradições do capitalismo e encurtaria caminho para a instalação da ditadura do proletariado. A igreja, por considerar antinatural - portanto, contra a vontade de Deus - o emprego de métodos contraceptivos.
O resultado dessas ideologias não poderia ter sido mais desastroso: em 1970, éramos 90 milhões; hoje, temos o dobro da população, parte expressiva da qual aglomerada em favelas e na periferia das cidades. Suécia, Noruega e Canadá conseguiriam oferecer os mesmos níveis de atendimento médico, de educação e de salários para os aposentados, caso tivessem duplicado seus habitantes nos últimos trinta anos?
O que mais assusta, entretanto, não é havermos chegado à situação dramática em que nos encontramos; é não adotarmos medidas para remediá-la. Pior, é ver não apenas os religiosos, mas setores da intelectualidade considerarem politicamente incorreta qualquer tentativa de estender às classes mais desfavorecidas o acesso aos métodos de contracepção fartamente disponíveis a quem pode pagar por eles.
É preciso dizer que as taxas médias de natalidade brasileiras têm caído gradativamente nos últimos cinqüenta anos, mas não há necessidade de consultar os números do IBGE para constatarmos que a queda foi muito mais acentuada nas classes média e alta: basta ver a fila de adolescentes grávidas à espera de atendimento nos hospitais públicos ou o número de crianças pequenas nos bairros mais pobres.
Outra justificativa para a falta de políticas públicas destinadas a universalizar o direito ao planejamento familiar no país é a da má distribuição de renda: o problema não estaria no número de filhos, mas na falta de dinheiro para criá-los, argumentam.
De fato, se nossa renda per capita fosse a dos canadenses, a situação seria outra; aliás, talvez tivéssemos que organizar campanhas para estimular a natalidade. O problema é justamente porque somos um país cheio de gente pobre, e educar filhos custa caro. Como dar escola, merenda, postos de saúde, remédios, cesta básica, habitação, para esse exército de crianças desamparadas que nasce todos os dias? Quantas cadeias serão necessárias para enjaular os malcomportados?
A verdade é que, embora a sociedade possa ajudar, nessa área dependemos de políticas públicas, portanto dos políticos, e estes morrem de medo de contrariar a igreja. Agem como se o planejamento familiar fosse uma forma de eugenia para nos livrarmos dos indesejáveis, quando se trata de uma aspiração legítima de todo cidadão. As meninas mais pobres, iletradas, não engravidam aos 14 anos para viver os mistérios da maternidade; a mãe de quatro filhos, que mal consegue alimentá-los, não concebe o quinto só para vê-lo sofrer.
É justo oferecer vasectomia, DIU, laqueadura e vários tipos de pílulas aos que estão bem de vida, enquanto os mais necessitados são condenados aos caprichos da natureza na hora de planejar o tamanho de suas famílias?
Gravidez indesejada e violência urbana
A irresponsabilidade brasileira diante das mulheres pobres que engravidam por acidente é caso de polícia literalmente.
Insisto em dizer que o planejamento familiar no Brasil é inacessível aos que mais necessitam dele. Os casais da classe média e os mais ricos, que podem criar os filhos por conta própria, têm acesso garantido a preservativos de qualidade, pílula, injeções e adesivos anticoncepcionais, DIU, laqueadura, vasectomia e, em caso de falha, ao abortamento; porque, deixando a falsidade de lado, estamos cansados de saber que aborto no Brasil só é proibido para a mulher que não tem dinheiro.
Há pouco tempo, afirmei numa entrevista ao jornal O Globo que a falta de planejamento familiar era uma das causas mais importantes da explosão de violência urbana ocorrida nos últimos vinte anos em nosso país. A afirmação era baseada em minha experiência na Casa de Detenção de São Paulo: é difícil achar na cadeia um preso criado por pai e mãe. A maioria é fruto de lares desfeitos ou que nunca chegaram a existir. O número daqueles que têm muitos irmãos, dos que não conheceram o pai e dos que foram concebidos por mães solteiras, ainda adolescentes, é impressionante.
Procurados pelos jornalistas, um cardeal e uma autoridade do primeiro escalão federal responderam incisivamente que não concordavam com essa afirmação. O religioso, porque considerava "muito triste ser filho único", e que "o ideal seria cada família brasileira ter cinco filhos". O outro discordava baseado nos dados que mostravam queda progressiva dos índices de natalidade nos últimos vinte anos, enquanto a violência em nossas cidades explodia.
Cito essa discussão, porque encerra o nó de nossa paralisia diante do crescimento populacional insensato que fez o número de brasileiros saltar dos célebres 90 milhões em ação do ano de 1970 para os 180 milhões atuais: de um lado, a cúpula da Igreja Católica, que não aceita sequer o uso da camisinha em plena epidemia de uma doença sexualmente transmissível como a Aids. De outro, os responsáveis pelas políticas públicas, que, para fugir da discussão sobre as taxas inaceitáveis de natalidade da população mais pobre, usam o velho jargão da a queda progressiva dos valores médios dos índices ocorrida nas últimas décadas. Dizem: cada brasileira tinha seis filhos em 1950; hoje esse número não chega a três.
É provável que o argumento ajude a aplacar-lhes a consciência pública, especialmente quando se esquecem de dizer que, enquanto as mulheres de nível universitário hoje têm em média 1,4 filho, as analfabetas têm 4,4.
Em agosto de 2004, o jornal Folha de São Paulo publicou informações contidas no banco de dados do município, colhidas no período de 2000 a 2004 pela Fundação SEADE. A reportagem nos ajuda a avaliar o potencial explosivo que a falta de acesso aos métodos de contracepção gera na periferia e nas favelas das cidades brasileiras.
Se tomarmos os cinco bairros mais carentes, situados nos limites extremos de São Paulo - Parelheiros, Itaim Paulista, Cidade Tiradentes, Guaianazes e Perus -, a proporção de habitantes inferior a 15 anos varia de 30,4% a 33,4% da população. Esses números estão bem acima da média da cidade: 24,4%. Representam mais do que o dobro da porcentagem de crianças encontrada nos cinco bairros com melhor qualidade de vida.
O grande número de jovens, associado à falta de oferta de trabalho na periferia, fez o nível de desemprego no extremo leste da cidade atingir 23,5% - contra 12,4% no centro da cidade no ano passado. Ele também explica por que a probabilidade de um jovem morrer assassinado na área do M'Boi Mirim, na zona sul, é 19 vezes maior do que em Pinheiros, bairro de classe média.
Nem haveria necessidade de números tão contundentes para tomarmos consciência da associação de pobreza com falta de planejamento familiar e violência urbana: o número de crianças pequenas nas ruas dos bairros mais violentos fala por si. O de meninas em idade de brincar com boneca aguardando atendimento nas filas das maternidades públicas também.
Basta passarmos na frente de qualquer cadeia brasileira em dia de visita para nos darmos conta do número de adolescentes com bebês de colo na fila de entrada.
Todos nós sabemos quanto custa criar um filho. Cada criança concebida involuntariamente por casais que não têm condições financeiras para criá-las empobrece ainda mais a família e o país, obrigado a investir em escolas, postos de saúde, hospitais, merenda escolar, vacinas, medicamentos, habitação, Fome Zero e, mais tarde, na construção de cadeias para trancar os malcomportados.
O que o pensamento religioso medieval e as autoridades públicas que se acovardam diante dele fingem não perceber é que, ao negar o acesso dos casais mais pobres aos métodos modernos de contracepção, comprometemos o futuro do país, porque aprofundamos perversamente a desigualdade social e criamos um caldo de cultura que contém os três fatores de risco indispensáveis à explosão da violência urbana: crianças maltratadas na primeira infância e descuidadas na adolescência, que vão conviver com pares violentos quando crescerem.



terça-feira, 12 de junho de 2007

meu orkut

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