sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
tempo ea vida moderna
MOMENTO DE REFLEXÃO;
Veja bem ; não tenho tempo para mandar um scrap , mas mando,
Não tenho tempo pra namorar , mas só fico!
Não tenho tempo pra ir a praia mas vou!
Não tenho tempo pra sorri, mais eu apenas solto pequeno riso!
Não tenho tempo nem pra sonhar , mas durmo ,sem sonhar!
Que raio de vida que levo , não tenho tempo pra nada !
Ora tempo , desculpa , mais não te obedeço , cai fora , nesse novo ano, faza , some da minha vida , Tu não terá poder de me dominar !!!!
Deixe-me curtir , namorar, sonhar , mandar scrap ,rir a vontade , vê o mundo com novo olhos , sentir a ondas nos meus pés >>..
Desejo um ótimo Natal e Proxímo Ano Novo ......
Controla seu senão ele te controla ........ reflexão o Tempo e a vida
clossário; scrap ; recados do orkut e msn internet
faza; mandando sai ;{linguagens jovial com nascimento 85/98}
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
o homem pensa naquilo
Esse o verdadeiro pensamento do ser humano macho em cerca 1/3 do seu tempo diario!
SÓ PENSA NAQUILO !!!!!
sábado, 15 de setembro de 2007
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
A MORTE DO GRANDE ASTRO MUSICAL MUNDIAL
A ópera perde uma "voz natural"
Legenda da foto: Luciano Pavarotti começou no papel Rodolfo, em Bohème de Puccini. (Keystone)
Para muita gente, ele foi o maior tenor do século XX, depois de Caruso. Luciano Pavarotti morreu quinta-feira (06) aos 71 anos, de câncer pancreático. Ele será sepultado sábado em Modena, sua cidade natal.
Com sua "voz natural", o italiano fez muito para democratizar a ópera, constata Alain Perroux, autor de "Manual da Ópera" e diretor do Grande Teatro de Genebra.
"O grande tenor Lucinao Pavarotti faleceu às 5 horas em sua casa em Modena", afirmou Terri Robson, empresário do artista, através de um comunicado.
A notícia da morte do cantou correu rapidamente em Modena e a polícia italiana montou um esquema de segurança em volta da residência para canalizar os fãs que queriam lhe homenagear.
Quarta-feira à noite, a mídia italiana havia noticiado uma brusca agravação do estado de saúde de Luciano Pavarotti, operado em julho de 2006 de um câncer no pâncreas e hospitalizado novamente no início de agosto.
domocratização da arte lírica
Uma cirurgia nas costas no íncio de 2006 e depois do pâncreas um mês depois haviam forçado o tenor a interromper uma série de concertos - 40 no mundo inteiro - de despedida, iniciada em maio de 2004. Ele nunca mais apareceu em público.
Pavorotti havia cantado pela última vez em público na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Invervo em Turim, em fevereiro de 2006. Pouco tempo depois de sua última operação, o tenor tinha a intenção de retomar seus concertos de despedida no início de 2007.
"Nos últimos meses, vários cantores líricos partiram. Regine Crespin, por exemplo, e agora Pavorotti, o mais popular dentre eles. Nos ans 70 e 80, ele contribuiu muito para democratizar a arte lírica", afirma Alain Perrox, musicólogo, autor de "Manual da Ópera" e um dos diretores do Grande Teatro de Genebra.
"Adolescente, recorda ele, assisti "Um baile mascarado", no Grande Teatro de Genebra, justamente com Pavarotti. Foi a primeira vez que o vi, com sua generosidade no canto e sua capacidade de emocionar as pessaos. Foi um momento muito forte para mim!".
Em Zurique
O tenor italiano também cantou várias vezes às margens do lago Limmat.
"Luciano Pavarotti veio cantar na ópera de Zurique quando ainda era desconhecido. Voltou posteriormente para concertos e uma noite especial no Hallenstadion mas também na Ópera", recorda-se Avien Kahan, ex-diretor da Ópera de Berna e atual interino da Ópera Flamenga de Antuérpia, na Bélgica.
"Pavarotti era meu ídolo quando eu era mais jovem, acrescenta. Foi a voz que mais me marcou em minha paixão pela ópera. Sua morte me entristece muito".
"People!"
Nascido em 1935, Luciano Pavarotti estava destinado a ser professor antes de optar definitivamente pelo canto, em 1961.
Considerado o maior tenor do mundo e dotado de um timbre excepcional, em 40 anos de carreira ele conquistou todos os públicos, superando, no coração dos amantes do belo canto, o "grande Caruso" morto no início do século XX.
Ele soube popularizar sua arte em estádios cheios, em trio com seus cúmplices Plácido Domingo e José Carreras, e vendeu milhões de discos.
"Era também um "people", reconhece Alain Perroux, com aspectos discutíveis como o caso com sua secretária, publicado por todos os jornais. Nos últimos anos, suas apresentações eram comerciais e pouco interessantes", opina.
"Os cantores líricos modernos têm bela voz e belo físico como quer a moda atual. Ele era a encarnação do monstro sagrado - fisicamente imponente, não muito bom ator mas passando a expressão da ópera com sua voz solar, sedutora, incrivelmente fácil. Ela dava a impressão que cantava sem esforço, de uma voz natural."
Para concluir, Alain Perroux que que o que restará de Pavarotti e a lembrança da voz, "principal argumento da ópera."
swissinfo com agências
sábado, 1 de setembro de 2007
é o bicho está pegando geral
pra acabar com isso temos que ter uma pena de morte pro políticos do Brasil
ClickMensagens.com
Políticos do Brasil não Passa de cachorro grande vila- lata
terça-feira, 31 de julho de 2007
Ganhamos e vamos pra cima deles ,Rumo a liderança do Brasileirão,e ganhamos um novo símbolo
Escolhido o novo símbolo para o Inter
Distintivo do Colorado terá uma coroa na parte de cima e dois ramos de louro embaixo
Terminou nesta sexta-feira a votação promovida pelo Internacional em seu site oficial (www.internacional.com.br) para a escolha do novo distintivo do clube. Eram três opções, todas elas com coroas na parte de cima, como representação da conquista da chamada Tríplice Coroa - a soma da Libertadores, do Mundial e da Recopa.
A escolha coube aos sócios. Foram 2.840 votos. A proposta 1 foi a mais votada, com 62,40% da preferência. Ela apresenta uma coroa vistosa, em vermelho e dourado, em cima do símbolo, coberta por uma discreta estrela, referente ao Mundial. Na parte inferior, dois ramos de louro, que simbolizam as demais conquistas do clube.
A idéia da diretoria colorada é eliminar os adereços em um futuro próximo, possivelmente já no ano que vem. O símbolo ficará puro, a exemplo do que acontece com clubes europeus, sem estrelas, coroas e ramos de louro. No início da semana, o Inter fará uma reunião com a Reebok para definir quando o novo símbolo vai para a camiseta.
Com novo escudo concerteza pra cima deles ,quem vir será humilhado dentro das quatro linhas.
Valeu gallo pelo por ter não dado cadeira cativas aos jogadores .
sábado, 28 de julho de 2007
espero que ganhamos amanhã contra o esporte de recife
Mas pereçe pra os rival grêmio não basta que só eles são bons e presta.
Por peço a voçês boleiros colorados por acalço ler esse espaço , se empenha no maximo dar tudo de si , vence, vence,vence.
quinta-feira, 21 de junho de 2007
hoje dia21/06/2007 comunico a morte do imortal tricolor
O Grêmio, "imortal", ruiu. Quem brilhou e assegurou seu nome na história foi o meia Riquelme, autor dos dois gols da vitória do Boca Juniors. O time argentino derrotou o rival tricolor por 2 a 0 nesta quarta-feira, no Estádio Olímpico, em Porto Alegre, e comemorou o título da Copa Libertadores da América pela sexta vez na sua história.
O Boca podia perder por até dois gols de diferença para ficar com a taça, graças ao resultado do primeiro jogo, em Buenos Aires, quando contou com a força de sua torcida em La Bombonera e venceu por 3 a 0. Mesmo empurrado por seus fanáticos e barulhentos torcedores, o Grêmio não conseguiu reverter e confirmar a sua "imortalidade", transferida para o camisa 10 argentino.
O termo voltou a ganhar força com a vitória em tons épicos sobre o Náutico, na última rodada da Série B do Campeonato Brasileiro de 2005. No ano passado, na volta à elite, a equipe conseguiu vaga na Libertadores. E, na atual temporada, o time reverteu situações complicadas, tanto no Gaúcho (na semi, contra o Caxias) quanto no torneio continental (foi superado por São Paulo e Defensor no mata-mata na casa dos rivais e só avançou com vitórias em casa).
Mas o time tricolor, aquele das viradas históricas, não conseguiu superar o rival argentino, escaldado em finais da Libertadores. Com mais uma conquista, o Boca se isola na condição de segundo maior vencedor da Libertadores, um título atrás do também argentino Independiente, que levantou a taça em sete oportunidades.
Esta foi a 20ª participação do Boca em Libertadores e sua nona decisão, justamente no seu jogo número 200 na competição. Foi ainda a 11ª final do torneio entre brasileiros e argentinos, com apenas três vitórias nacionais, com Santos (1963, sobre o Boca), Cruzeiro (1976, River Plate), e São Paulo (1992, Newell's Old Boys).
O Boca se consolida como o maior vencedor da Libertadores no século 21, com três títulos. Ainda ganhou, apenas neste século, um Mundial, duas Copas Sul-Americanas e duas Recopas.
Além disso, a conquista alça ao título de "imortal" o meia Riquelme, revelado no clube e recontratado por empréstimo do Villarreal, da Espanha, a peso de ouro. Comandante da equipe no jogo de ida, o ídolo xeneize, camisa 10, a mesma de Maradona, foi o autor dos gols que coroaram aquele que pode ter sido sua última partida nessa passagem pelo time.
Com a bola rolando, o primeiro tempo pode ser dividido em quatro partes, com três situações. Até os 10min, pressão gremista, como era de se esperar, menos pela técnica a mais pelo "abafa". Em seguida, até os 20min, o panorama foi de equilíbrio, com o Boca tocando melhor a bola. Entre 20 e 35min, a bola passou a cruzar o meio-campo, com uma série de chutões. Nos minutos finais, o que se viu foi novamente o Grêmio pressionando o adversário.
Assim, os argentinos criaram mais oportunidades que os gaúchos, mas foi o time da casa que chegou mais perto do gol. Aos 42min, Lucas arrancou pela direita e tocou para Diego Souza. O meia dominou e, diante da marcação, pela lateral da área, arriscou o tiro cruzado, acertando o travessão de Caranta, na melhor chance da equipe no primeiro tempo.
"Estamos com muita pressa e não estamos tocando muito a bola, por isso, não conseguimos criar", disse o volante Lucas, na saída para o intervalo, no jogo que marcou sua despedida da equipe -ele foi negociado com o Liverpool. "Temos de corrigir algumas coisas no passe, estamos muito afobados", concordou o lateral Lúcio.
O panorama da partida pouco se alterou na segunda etapa. O Grêmio tentava o ataque, mas seguia de forma desordenada, como alertavam Lucas e Lúcio. Pior, a equipe ainda sofreu o gol, em outro lance que mostrou a genialidade de Riquelme. Em jogada semelhante à de Diego Souza no primeiro tempo e praticamente do mesmo lugar, o meia chutou com precisão para superar Saja e abrir o placar.
No contra-ataque, saiu o segundo gol, que selou o título argentino. Palacio recebeu livre na área e tocou na saída de Saja, que defendeu com o pé. Mas, no rebote, Riquelme foi mais veloz que a defesa gremistas e empurrou para as redes, selando a vitória e escrevendo seu nome na lista de "imortais" do Boca e da Libertadores.
Vitrine do Cariri
Uol Esporte
sábado, 16 de junho de 2007
guerras históricas ,que marcou o Rio Grande do sul.
Seja bem-vindo(a) a Cultura Gaúcha, agora são 12:13 do dia 16-06-19107 . Indumentária Histórica Utilizada no Rio Grande do Sul Através dos Tempos | |||||
| INTRODUÇÃO | |||||
| Era uma terra perdida perto do nada...até que um poder político, o Império do Brasil, despertou para a importância desse pedaço de mundo localizado ao sul de seus domínios. A terra, a água, o gado, fatores que atraíram para o Rio Grande do Sul, então Continente de São Pedro, os olhares de quem estava fugindo da falência dos feudos e Guerras na Europa. Com o incentivo do Império, ficou mais fácil adentrar as terras e tomar posse, sem restrições, daquilo que lhe deram sem conhecer. | |||||
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| Mas esses indígenas e Jesuítas não estavam sozinhos. Eles tiveram a perseguição de Bandeirantes vindos do Sudeste do país, devido ao gado em excesso que estava sob a propriedade das Missões e eram comercializados em Sorocaba (Capitania de São Paulo). O homem rural adquiria habilidade de montaria para poder levar esse gado a Sorocaba e, além disso, essa habilidade fazia dele um peão de estância eventual, o que reforçava o uso do cavalo como meio de transporte. | |||||
Isso impressionou os novos donos da terra, militares reformados que ganhavam sesmarias e as transformavam em est6ancias, local onde o índio procurou emprego e moradia como fim das Missões (entra o Chiripá Primitivo). O homem passa a usar uma saia de couro cru, com camisa aberta ao peito de tecido rústico, botas garrão de potro ou pés descalços, chapéu de palha par a proteção do sol e intempéries, ceroulas sem crio, faixa e colete. A mulher usa apenas uma blusa de tecido rústico e a saia em corte simples também em tecido rústico. Os pés descalços castigavam durante a lida do campo de doméstica.
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| Contrapondo essa vestimenta de trabalho, o estancieiro, todo poderoso,usava apenas pe;cãs fabricadas dos puros tecidos vindos da Europa, dando ênfase para a ceroula de crivo ou renda trabalhada, botas fortes com esporas, calções de tecidos nobres abaixo do joelho, colete e camisa de linho, lenço no pescoço e chapéu de copa alta. A mulher exagerava nos ornamentos utilizando leque e vestido de tecido nobre com renda flor e fita no cabelo em coque e sapato de couro, brincos e correntes com crucifixo e meias coloridas. Popularmente, esse traje é denominado de BRAGA. | |||||
| O cavalo é cada vez mais a força desse homem campeiro e com ele o gaúcho consegue percorrer as terras e domar todos os animais que aparecem nos campo. As características do homem do campo vão mudando e é nesse período que o caráter do gaúcho vai se consolidar. Suas exigências quanto a aparência vão definir um novo perfil de homem e que passa a tr necessidade de algo mais confortável para as lides no campo, nas charqueadas e para as batalhas durante as guerras em defesa das fronteiras. O homem passa a usar o chamado Chiripá Farroupilha, semelhante a uma fralda (entra o Chiripá Farroupilha) por cima da ceroula de crivo, guaiaca, jaqueta campeira, camisa de algodão, lenço na cabeça e chapéu de copa alta. Sua esposa vai trajar um conjunto de saia e casaquinho, acompanhado de chalé, com coque ou tranças e flores ou fitas, sapato de couro será mais popular o que facilita na aquisição, também da botas do peão. | |||||
O estancieiro, seu patrão, vai usar uma calça justa com botas, camisa com lenço e colete; na cintura uma faixa e guaiaca; casaco de fino tecido e chapéu de copa alta. A mulher do estancieiro traja o vestido de fino tecido com detalhe no pescoço, o cabelo em coque, nos pés sapatos de couro ou botinhas, e flor no cabelo. A maquiagem é discreta e os brincos são grandes.
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| Na cidade a moda mudava um pouco, pois a influência européia era mais muito sentida. A mulher usava vestidos rodados, com armação e chapéu de feltro para a proteção dos cabelos. O homem citadino usa calça reta de tecido leve, colete, camisa com lenço bem arrumado, fraque e chapéu. | |||||
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| Para tal Paixão Cortes veste as irmãs e de seus amigos com vestido criados por ele mesmo. Simples, com babados, corte godê simples e pouca armação, vai compor com uma flor no cabelo o traje criado e dado como característico do gaúcho. Inicia a participação feminina nos primeiros movimentos relacionados a perpetuação dos costumes gaúchos. | |||||
| Um dos grandes diferenciais entre os povos é a indumentária característica de cada um deles. Reconhecemos um japonês tradicional pelo seu quimono de seda; um habitante dos Andes pelo seu característico gorro colorido; um vaqueiro nordestino pela sua roupa de coro , rústica para enfrentar os espinhos da caatinga; e um gaúcho atual pela sua pilcha, composta por botas, esporas, bombacha, faixa na cintura, guaiaca, camisa, lenço, colete, casado ou jaqueta e chapéu. | |||||
| A vestimenta gaúcha tradicional sofreu mudanças durante os anos, principalmente por ser uma mistura das vestes das diversas nacionalidades que colonizaram o Rio Grande do Sul. | |||||
| Das Bragas dos estancieiros e abastados de 1750/1820, passando pelo Xiripá Farroupilha de 1820/1865 até chegar na atual vestimenta do gaúcho, ficaram algumas peças que, pelo conforto e originalidade, representam nossa cultura ímpar. | |||||
| As antigas vestimentas, como pr exemplo a Bota de Garrão de Potro, são usadas em apresentações de música e dança, coma finalidade deperpetuar a história de nosso povo. | |||||
| No entanto, existe a necessidade de normatização do uso da pilcha, não para padronizar, mas sim para evitar que modismos irresponsáveis deturpem as nossas tradições. | |||||
| Assim, cada CTG, cada Entidade tradicionalista, deve procurar conhecer a nossa indumentária característica, respeita-la e cultua-la com orgulho. É bom que se diga que, de todos os povos do nosso planeta, aqueles que normalmente admiramos, seja qual for o motivo da admiração, geralmente são aqueles que preservam suas raízes, apesar da modernização de suas sociedades. | |||||
| O lenço do gaúcho, em sua evolução desceu da cabeça ao pescoço de início ainda com as pontas para trás. Popularizou-se ao ser adotado, politicamente, como designativo de cor partidária. Para destacar a cor símbolo de luta, surgiu o lenço gaúcho nos moldes atuais, atado ao pescoço e solto ao peito. As cores mais tradicionais são a branca e a vermelha. | |||||
| A partir da Revolução Federalista (1893), o lenco gaúcho surge no Rio Grande do Sul como meio de distinção entre os federalistas e os republicanos. Gaspar Martins, político liberal, fundou o Partido dos Federalistas adotando o lenço Vermelho (maragato). Como símbolo de luta Julio de Castilhos, político aliado do Governo Federal, defendia o Partido | |||||
| Republicano e tinha como símbolo o Lenço Verde (Pica-paus). Mais tarde, o general Flores da Cunha, ao fundar o Partido Republicano Liberal, adotou o lenço Branco (chimango). Foi a partir do poemeto Äntônio Chimango" (onde Ramires Barcelos, com codinome Amaro Juvenal, satirizava ogovernador da época, Ant6onio Augusto Borges). Que os republicanos ficaram conhecidos como chimangos. | |||||
| Hoje o lenço de pescoço é peça integrante da indumentária gaúcha, e sua cor nãomais reflete posição político-partidária. | |||||
| O Lenço gaúcho consiste em um tecido quadrangular (geralmente seda), de cor única, exceção ao xadrez miúdo (carijó) e nunca de tecido estampado. As cores mais usadas, são as históricas - vermelho e branco - ressaltando que o lenço preto representa tradicionalmente o sentimento de luto. Diversas são as formas de atar o lenço, sendo o nó farroupilha (1835) e o nó federalista (1893); | |||||
| - nó tradicional, comum ou getulista (usado pelo Presidente Getúlio Vargas) foi adotado pelos chimangos, sendo, portanto , feito em lenços de cor branca.; | |||||
| - nó quadrado ou domador, usado nas cores vermelha ou preta, foi adotado por Assis Brasil, que era maragato; | |||||
| - nó farroupilha, também conhecido como bago de touro, usado nas cores farroupilhas ou preto; | |||||
| - nó ou tope farroupilha, muito usado de 1935 em diante pelos revolucionários farrapos; | |||||
| - nó dois topes, também sem conotação política, pode ser feito em qualquer cor de lenço; | |||||
| - nó pachola, por representar a alegria, pode ser usado em qualquer cor de lenço, exceto a preta (significa a tristeza do luto) | |||||
| - nó crucifixo, usado somente em festas religiosas , pode ser atado em lenço de qualquer cor. | |||||
| Fonte: Departamento de Cultura 13ª Região Tradicionalista | |||||
| Fotos: Evelyn Russowsky | |||||
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quarta-feira, 13 de junho de 2007
Planejamento familiar
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terça-feira, 12 de junho de 2007
meu orkut
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